quinta-feira, 12 de maio de 2011

EM BREVE !!!




Estamos finalizando as obras ... em breve nosso novo local estará aberto !!!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Manteiga Clarificada ou Ghee


- O ghee é a fonte tradicional de lipídios na alimentação indiana. Trata-se da manteiga clarificada, livre de todos os seus resíduos lácteos. Por esse motivo, demora mais que a manteiga regular para perder seu frescor. Sendo uma fonte de gordura, é calórica, entretanto possui um rendimento melhor quando aquecida - para saltear vegetais, por exemplo. É fonte de vitamina A, ajudando ainda no combate à úlceras.Diz-se do ghee que ajuda a equilibrar os humores.

Modo de Fazer:

- Corte a manteiga em pedaços e coloque numa panela em banho maria. Acenda o fogo, deixando no mínimo.Aqueça até derreter completamente.A manteiga irá derreter e começará a formar uma espuma na parte superior. Com a ajuda de uma colher, retire a espuma após o derretimento completo da manteiga.Desligue o fogo enquanto a panela se mantiver quente para evitar que a manteiga queime.Continue alternando esse processo de retirada da espuma com o fogo aceso (sempre no mínimo) e desligado. Você perceberá que resíduos se formarão no fundo da panela. Desligue o fogo e lentamente passe pela peneira, sempre tentando segurar o máximo de resíduos na própria panela. Despreze-os ou os utilize para enriquecer massas de pão.Passe novamente o líquido para a panela, deixe no fogo mínimo por mais alguns minutos e retire os resíduos finais (sempre tomando cuidado para não queimar, especialmente eventuais resíduos no fundo). Após o processo você terá um líquido dourado, claro, que é o Ghee.Quando amornar (quase frio), transfira para um pote com tampa (o ideal é que seja de vidro). Deixe esfriar em geladeira até endurecer. O ghee pode ser conservado em geladeira ou fora dela (demora mais que a manteiga para ficar ransoso pois não tem os resíduos do leite).

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Dia 29 - Dia do Nhoque da Sorte !!!


O nhoque, ou gnocchi, é o prato típico da culinária italiana, a receita tradicional é preparada à base de batatas cozidas e amassadas com um pouco de farinha de trigo, manteiga e ovos.

Hoje, já contamos uma enorme variedade de tipos, de molhos e de recheios..isso mesmo, recheios! Inicialmente, feita com semolina de trigo, à partir do século XVII na Itália, passou a ser preparada com batata, que associada à farinha de trigo, torna-se a base da fórmula utilizada hoje.
Para a preparação desse delicioso e muito apreciado prato, o ideal é o uso de uma variedade de batata farinhenta, ou seja, de polpa mais absorvente e que desmancha facilmente, e que, diga-se de passagem, é a melhor também para o preparo do purê.
Como absorve mais facilmente os líquidos, é melhor cozinhar as batatas com casca e, para evitar que estoure, deve ser colocada em água salgada e fria, e levada ao fogo baixo, tampada, onde cozinhará por mais ou menos 1 hora, dependendo do tamanho.
Nhoque da Sorte
Tradicionalmente, usa-se comer nhoque no dia 29 de cada mês, com uma nota de dinheiro debaixo do prato.
Segundo a crença popular, isso traz riqueza. Há quase tantas versões da lenda desse nhoque da sorte quanto de receitas. Uma das lendas conta que um casal de velhinhos de Friuli, norte da Itália, num dia 29 de agosto, ofereceu um prato de nhoque a um mendigo que agradeceu desejando fortuna aos benfeitores. Quando foram recolher a mesa, encontraram moedas sob o prato. E nunca mais lhes faltou dinheiro.
Outra história conta que um missionário, ao passar por uma aldeia, foi calorosamente recebido com um prato de nhoque. O missionário gostou tanto da recepção que aconselhou os habitantes a se reunirem sempre daquela forma, para que a aldeia prosperasse. E foi o que aconteceu.
Com o tempo, a lenda foi ganhando força na figura de uma senhora que abria sua casa nos dias 29 aos viajantes, para servir um prato de nhoque e, embora pobre, não cobrava por isso, mas alguns deixavam dinheiro embaixo do prato e, com ele, a mulher comprava os ingredientes para o nhoque do mês seguinte. Ninguém sabe se a mulher ficou rica, e nem de que eram feitos os nhoques, mas não importa. O fato é que devia mesmo ser uma ótima receita e ela provavelmente oferecia com tanto prazer que isso lhe trazia sorte.
De qualquer forma, o nhoque é um ótimo pretexto para juntar os amigos, beber e se divertir.
Há quem diga que, além da cédula embaixo do prato, os sete primeiros nhoques devem ser comidos em pé, cada um acompanhado de um desejo... e boa sorte!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Catering Rafinha Bastos

Tive a oportunidade de preparar alguns petiscos nos camarins do Rafinha Bastos em sua apresentação stand-up "A ARTE DO INSULTO" no Salão de Atos da UFRGS.



Ainda bem que ele aprovou os tartelettes de ganache !


O cara sem dúvida alguma é uma figuraça !

domingo, 20 de setembro de 2009

ENOGASTRONOMIA na Via Vino

Aconteceu no sábado 19 de setembro mais uma edição do curso de enogastronomia da Via Vino. Mais uma vez tive o privilégio da execução dos pratos ao lado do meu amigo e grande chef Felippe Sica.
O "menu du jour" foi o seguinte:


Entrada: Salada de cuscuz marroquino com tomates cereja, tamaras, castanhas, kani kama e manjericão.
Vinho Branco : Protos (Espanha)


Principal: Cordeiro ao molho de mostarda dijon l'ancienne e mel acompanhado de batatas bolinha e ervilha torta salteadas na manteiga.
Vinho tinto: Touriga Nacional (Portugal)
Sobremesa: Mousse de chocolate com calda de morango
Vinho Branco: Uroulat (França)

Os Chef´s : Felippe Sica e Dani San